O Computador
vai substituir o
Professor ?
O profissional
que forma todos os outros profissionais deixaria de existir devido à presença
do computador nas atividades escolares? Com certeza, não! A figura do mestre,
orientador de caminhos para o aprendizado jamais será substituída por uma
máquina. Porém, é inegável que muita coisa deve mudar no modelo de aula mais
comum, que todos conhecem tão bem.
Curiosamente, então,
a resposta para o questionamento inicial é sim! “A nossa pior aula, o lado
repetitivo, burocrático, e por vezes acomodado da escola, esse vamos deixar
para o computador. Ele saberá transformar nossas exposições maçantes em aulas
multimídia interativas, em hipertextos fascinantes, em telas coloridas e interfaces
amigáveis preparadas para a construção do saber”.(Andréa Cecília Ramal)
Que bom! Assim,
“ficaremos com a melhor parte, aquela para a qual não nos sobrava tempo, porque
pensávamos que tínhamos que transmitir conhecimento. Está em nossas mãos a derrubada
dos muros para fazer conexões com o mundo, para a criação do espaço para a arte
e a poesia, o tempo para o diálogo amigo, o trabalho cooperativo, a discussão
coletiva, a partilha de sentido”. (Ramal)
Vamos, juntos,
abrir as janelas da escola para o mundo. “Está em nossas mãos a construção de
uma escola mais feliz, feita por mestres e alunos que saibam, juntos, propor
links para a sala de aula, onde aprender não seja uma tarefa árdua e penosa,
mas sim uma aventura”.(Ramal)
Não se pode
negar, entretanto, a necessidade de mudança, de transformação na forma de
aprender e ensinar. É inútil tentar concorrer com a quantidade e qualidade de
informações disponíveis na internet. E, tampouco podemos ignorar sua
existência. Assim, a figura do professor transmissor de conteúdos e do aluno
receptor passivo deverá ceder seu lugar para um aprendizado construído em
conjunto. E, nessa aula, todos seremos mestres e aprendizes. Curiosamente,
todos aprenderão como nunca.
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